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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Amanda – Aventuras a Noite



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Batman – O que aconteceu com o cruzado da capa? – N°2


Essa é a continuação de O que aconteceu com o cruzado da capa, edição 01. Considerado o melhor quadrinho de Batman da década, nesta edição você conhecerá a última história do homem-morcego

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Batman - O que aconteceu com o cruzado de capa? n° 1

Considerado o melhor quadrinho de Batman da Década!




Neil Gaiman escreveu “Whatever Happened to the Caped Crusader?” (”O que aconteceu ao cruzado de capa”, em tradução literal), história especial em duas partes que começa na edição 686 da revista Batman e termina na edição de fevereiro de Detective Comics. A trama, ilustrada por Andy Kubert, é uma referência à história de Alan Moore “O que Aconteceu com o Homem de Aço?”, que encerrou a era pré-Crise do Superman.
O Omelete esteve no sábado à tarde com Gaiman durante entrevistas de divulgação do filme Coraline e o Mundo Secreto em Los Angeles e perguntou ao autor como ele se sente a respeito dessa responsabilidade, já que o Batman é o personagem mais importante do momento pelo sucesso do filme e a polêmica sobre seu destino nos quadrinhos.
“Estou nervoso. E bem feliz”, começou Gaiman. “Tive a ajuda do melhor artista do mundo, Andy Kubert, e pude fazer exatamente o que eu queria. Eu não imagino outra maneira como eu teria aceitado fazer um arco de duas partes do Batman além de como aconteceu: Dan Didio [editor da DC] me ligou e disse que eles queriam que eu escrevesse a última história do Batman: “A última edição da revista Batman, a última edição da revista Detective Comics e você pode fazer o que bem entender, contanto que seja a última história dele”. Então eu a escrevi e pude escolher Andy Kubert para desenhá-la. Foi glorioso. Mas estou nervoso, imaginando que as pessoas queiram me matar depois dela”, completou.
A história dará seqüência aos acontecimentos de saga “Batman R.I.P.”, atualmente serializada na principal série do homem-morcego, e que se encerrou em novembro. Depois disso, haverá duas edições pelo clássico bat-escritor e editor Denny O’Neil, que lidarão com o estado de Gotham City depois da saga. Durante a Comic-Con, o editor-chefe da DC, Dan DiDio, disse que a história de Gaiman e Kubert “definirá os próximos anos de Batman”. (Resenha do site Omelete).





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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Delirios Cotidianos

“O amor é uma espécie de preconceito. A gente ama o que precisa, ama o que faz sentir bem, ama o que é conveniente. Como pode dizer que ama uma pessoa quando há dez mil outras no mundo que você amaria mais se conhecesse? Mas a gente nunca conhece.”

Charles Bukowski




Charles Bukowski é um escritor único. Escatológico, melodramático, cínico, marginal (izado), antiacadêmico, anti-grupos literários, lírico, alcoólatra, politicamente incorreto, anarquista e um grande escritor.
Nasceu no dia 16 de agosto de 1920 em Andernach, na Alemanha, filho de um soldado americano e uma mãe alemã e mudou-se para os EUA com três anos de idade. Cresceu em Los Angeles e lá viveu durante 50 anos. Publicou seu primeiro conto em 1944, com 24 anos de idade, e começou a escrever poemas com 35.
Morreu em San Pedro, Califórnia no dia 9 de março de 1994 com 73 anos, pouco depois de ter terminado seu último romance: Pulp (1994).
Publicou mais de 45 livros de prosa e poesia enquanto estava vivo, incluindo os romances Cartas na Rua (1971), Factotum (1975), Mulheres (1978), Misto Quente (1982) e Hollywood (1989). Seus livros mais recentes são as publicações póstumas de Open all night: new poems (2000), Beerspit Night & Cursing: The correspondence of Charles Bukowski & Sheri Martinelli 1960-1967 (2001), the night torn mad with footsteps (2001), Sifting Through the Madness for the Word, the Line, the Way: New Poems (2003).


 

130952335377t2130789 [Quadrinhos] Delírios Cotidianos   Charles Bukowski e Matthias SchultheissDelírios Cotidianos – Bukowski em quadrinhos

O universo de Charles Bukowski está todo aqui, em quadrinhos. Matthias Schultheiss, o aclamado quadrinista alemão, apresenta, em desenhos que traduzem o que há de mais genial nas histórias do velho safado, esse mundo povoado de bêbados e perdedores, prostitutas e marginais que perambulam na solidão das grandes cidades. Essa atmosfera sombria e desesperançosa flui página após página, produzindo o que poucas vezes foi conseguido: a certeira adaptação gráfica de histórias já consagradas na literatura.
Com um tom marcadamente autobiográfico, ‘Dois bêbados’, ‘Kid Foguete no matadouro’, ‘Os assassinos’, ‘A puta de 135 quilos’, ‘Mamãe bunduda’, ‘Henry Beckett’, ‘N. York, 95 cents ao dia’ e ‘Um trabalho em New Orleans’ são histórias cruas, que falam de sexo, desemprego e bebedeiras, ao melhor estilo do autor de Misto-quente. Esses oito contos ilustrados foram publicados na década de 1980 em dois volumes na Coleção Quadrinhos L&PM e agora retornam às livrarias para o deleite dos fãs de Bukowski e de HQs.

Delírios Cotidianos – Charles Bukowski e Matthias Schultheiss




Sexo prolongado: 11 dicas para ignorar o orgasmo e fazer amor por horas




Uma leitora reclama que seu parceiro não aguenta muito tempo de penetração. Um leitor escreve relatando que, se está muito excitado, não consegue segurar a ejaculação e depois, enfraquecido, prolonga o sexo como dá. Ambos se surpreendem com a idéia do homem não ejacular e guardar energia para a próxima noite. Foi por isso que resolvi reunir algumas sugestões para ajudar a mudar esse cenário. Não quero, contudo, criticar a famosa rapidinha ou o sexo cotidiano de 1 hora, apenas descrever outra possibilidade.

Fonte: http://nao2nao1.com.br/
http://www.sendspace.com/file/fzg4sz