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sábado, 9 de março de 2013

 

A Ilusão é mais sedutora que a Verdade!




Acho que por isso vivo em um mundo imaginário e surreal onde crio meus próprios personagens e às vezes eles estão tão vivos que ate me surpreendem! Perco-me nesse universo paralelo onde verdades e ilusões encontram-se e dentre tantos personagens encontro-me perdido. Onde realmente estou? E quem de fato sou eu?.

                                                                 Donnie Darko!




domingo, 2 de dezembro de 2012





Saboreando o amargo gosto da solidão
no final das contas tudo volta p o seu lugar
ela lhe mostra o seu verdadeiro lugar
ela lhe põe no seu verdadeiro lugar
solitário e sem ninguém para ocupar aquele lugar
e se pergunta: será que haverá alguém para ocupar aquele lugar?

       
             Donnie Darko!!?.


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Essa nebulosa de desplacamento






Pasmo tento entender o viés da vida
raros tanto sentem
outros tanto procedem.
A intensidade a qual fui condicionado
me faz um ser visto como retilíneo
possuidor de obrigações de outrem
nunha liberdade transgênica
racional, humanizado
criando ilusão de algo que não é para mim
onde está o instinto humano?
O que se chama doença simplesmente é potência
o que se chama pecado na verdade é sentir
as correntes desse pensamento são fortes
o domínio quase sempre é constante
mas o grão que restou
entre a grande maioria
aparece como inabalável, soberano
faz sentir a vida
me dando um lar.
nessa casa eu sou dono
entro sem sair ou pedir pra ficar.
tão pouco é o tempo que nos dão
muitos nem chegam a nascer legitimamente.
nos tornaram, pacientes, cadentes e dementes
e ainda se diz que usamos a mente.

        jaitan

 

domingo, 13 de maio de 2012


Vida longa as borboletas (Las Mariposas.)



Nunca pedir para ter pensamentos revolucionários mais eles estão dentro de mim e imerge com uma força brutal incontrolável mais como conter-me sabendo que muitos foram violentamente torturados, mortos por uma causa magnifica por um ideal igualitário onde muitas vezes não compreendido pelo próprio povo, pela própria causa que estão lutando.
Vivo grandes conflitos como todos o que é certo? O que é errado? Porém não consigo ser conivente nem consigo aceitar “as regras” impostas para a nossa sobrevivência nessa sociedade onde o povo se encontra com uma venda nos olhos, amedrontados pela fome e pelo medo tendo seus sonhos dilacerados tidos como impossível de se realizar sobrando apenas à aceitação de tal condição de que a vida é assim sempre foi e sempre será.
Se a morte é a única saída para manter vivo o ideal o ideal nunca morrera, pois aquilo que eles acreditam que estão destruindo, por hora ressurge cada vez mais forte e de tempos em tempos somos banhados (alimentados) por uma nova fonte de energia.


Donnie darko?!!

sábado, 10 de setembro de 2011

As filas


Bukowski

"Não suportava ajuntamentos perto de mim, e, acima de tudo, não tolerava entrar em fila comprida para esperar seja lá o que fosse. E é nisto que toda a sociedade está se transformando: em longas filas à espera de alguma coisa.
Tentei me matar com gás e não consegui. Mas tinha outro problema. Levantar da cama. Sempre tive ódio disso. Vivia afirmando: “as duas maiores invenções da humanidade foram a cama e a bomba atômica". Não saindo da primeira, a gente se salva, e, soltando a segunda, se acaba com tudo. Acharam que estava louco. Brincadeira de criança, é só disso que essa gente entende: brincadeira de criança – passam da placenta pro túmulo sem nem se abalar com esse horror que é a vida.”

Buk - Fabulário Geral do Delírio Cotidiano


domingo, 10 de abril de 2011

.



Eu, pecador, absoluto em meu pecado, todo poderoso construtor dos meus desvarios, confesso-me a mim. Persigno-me, persigo-me, prossigo nesta impossível impassível jornada, trama indecifrável. Eu, pecador, crivado pelas setas e espinhos da dúvida, indivíduo no mundo, persigo meu sonho. E meu sonho intromete-se em minha vigília, soltando no ar os seres que povoam minha mente.

...Assim estava, assim pensava ele, abandonado ao tépido calor daquele vinho, naquele fim de tarde, jogado sobre a poltrona, quase a dormir, naquele profundo retalhar de coisas antigas, de crenças antigas, naquele ato de dissecar as próprias dúvidas, a própria vida.
De repente, ouve um zumbido e o barulho de vida próximo a ele. É uma mosca, que ronda o ar, ao redor da fruteira. Ali estão as peras, que adormecem e apodrecem seu marasmo , lassidão, solidão e abandono. A menos que uma mão faminta tome-as, levando-as à boca para saciar a fome, elas ali permanecerão, eternamente em seu marasmo, apodrecendo.
Ele observa a mosca, que zumbindo em círculos aproxima-se da fruteira. E se admira ao ver seu vôo bonito, concêntrico, o brilho refletido em suas asas azuis quando o sol rebate nelas diretamente. Acompanhando com o olhar vê quando ela, finalmente, pousa sobre as frutas. Como que magnetizado, sente-se penetrar na realidade daquele inseto, que agora passeia sobre a superfície dourada da pêra; ele agora é a própria mosca e passeia sobre a fruta, sentindo toda a carícia do veludo sob as patas, a tepidez dourada provocando arrepio nos pelos.

Prepara-se para sugar todo o seu sumo, sua seiva. E exatamente quando começa a gozar as delícias de sua empreitada, desvia os olhos para cima, deparando-se com um magnífico azul violáceo , um sol que a convida a viagem rumo a outros ambientes. E ela imagina milhares e milhares de novos frutos, antecipando delícias de paraísos inimagináveis. E se divide: não sabe mais se se entrega ao doce ofício de sugar a seiva da dourada pêra ou se levanta vôo em busca de outras paragens. E se debate entre, e se confunde, não percebendo a pesada m~´ao de alguém que se abate sobre ela, que agora está tombada, inerte sobre a fruta.

... Quando sentiu a tragédia, voltou a ser ele próprio, sentindo as forças esgotarem-se nos estertores da morte. Novamente é ele o observador, e observa a cena: as peras continuam na fruteira, no mesmo lugar a mesa e a toalha, as flores, a sala, ele e seus olhos. Tudo permanece, como sempre, apenas a mosca está morta e já não faz mais parte do ambiente. E no entanto, nada mudou. Todo o conflito que viveu, todo o seu angustiante dividir-se, tudo é acabado. O mundo permanece, indiferente à sua morte, à sua queda. O seu pequeno mundo, feito de uma sala, de uma mesa e de uma fruteira cheia de peras, que continuam adormecidas, apodrecendo sua solidão e seu marasmo nas tardes quentes.

Silenciosamente, pé ante pé, como se cumprisse um ritual, ele se levanta e se aproxima da fruteira. Com a ponta dos dedos retira cuidadosamente o inseto, e sem uma sombra de qualquer sentimento no rosto, atira-o na cesta de lixo, seu último reduto.
Eu, pecador, absoluto em meu pecado, todo poderoso construtor dos meus desvarios, confesso-me a mim. E jogado sobre a poltrona, nestas tardes monótonas e quentes, pressinto e antecipo a queda da próxima mosca, e o ranger de dentes das peras, deixadas solitárias na fruteira.

    William Blake

 

segunda-feira, 28 de março de 2011

Ato voluntario




A sensação do nada me enlaça o pescoço
Ele precisa ser forte, resistir ao náilon  que
Dilacera toda a carne ao ponto de fazê-la
vulgar e sem nexo.
Miolos espalham-se ao chão
Advindo de um estampido  certeiro e fatal
expandindo o  cérebro sem Neuma amabilidade,
Sem nem um  espírito de compaixão ou remorso.
A cadeira já não si encontra mais sobre os pés
Eles já flutuam, flutuam em um sentido
Gravitacional impulsionado pela atitude do ser
Que já não si importa com os toxicos ou com a navalha
De barbear, é apenas uma fuga para outra dimensão
Para outro plano cartesiano, já estão fora da reta
e do plano , a corrente sanguínea já perdeu seus gomos
Não tem mais direção alguma, estar louca, sem sensos, sem
Esperanças, apenas vagando no ar, talvez a qualquer
Instante si der conta de que pulsar e estagnar nao sao tao
diferentes,  a depender da situacao vivida . 
Tendo como sua razao e crenca que tudo
isso ate agora foi meramente um caminho fantasioso,
Como aquela  rua sem saída com bifurcações opostas
que nos leva  ao buraco sem fim, sem ar e sem cartas 
de despedidas .

           Gean .



    

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Éra de Cegueira Espiritual






Vivo em um mundo de cujos objetivos não compartilho, cuja alegria não me diz respeito! Não consigo permanecer muito tempo num teatro ou em um cinema. Mal posso ler um jornal raramente leio um livro moderno. Não sei quis praseres levam as pessoas a hoteis superlotados, aos bares abarotados com sua música sufocante, aos espetaculos de variedades, ás Feiras Mundiais... Não entendo nem compartilho essas alegrias, embora estejam ao meu alcance, pela qual milhares de outras tanto anseiam. Por outro lado o que se passa comigo nos raros momentos de Júbilo, aquilo que para mim é felicidade, vida, extase e exaltação, na vida parece-lhe absurdo. Vivo em um mundo onde não encontro abrigo, nem alegria, nem alimento, em um mundo que me é estranho e incompreencível.                                

                                                                                             fonte: O Lobo da Estepe





Donnie Darko

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

As três flores da Esperança



À sociedade civil onde quer que se encontre.

Desculpe, senhora sociedade civil, que a distraia de suas múltiplas ocupações e reiteradas angústias. Escrevo-lhe apenas para dizer que aqui estamos, que continuamos sendo nós mesmos, que a resistência é ainda nossa bandeira e que ainda acreditamos na senhora. Aconteça o que acontecer, continuaremos acreditando. Porque a esperança, senhora de rosto difuso e nome gigante, já é um vício entre nós.Vossa Excelência já sabe que o horizonte se cobre de um cinza que muda para o preto com a mesma celeridade com que andam vendendo nossa história. No entanto, fique sabendo que a liberdade continua estando à nossa frente, que continua sendo necessário lutar e que a história ainda está esperando quem complete suas páginas. Assim são as coisas, e receando que não nos vejamos de novo, aceite três definições muito apropriadas para dias tão nefastos como o que nos esperam:Liberdade: Diz Durito que a liberdade é como a manhã. Alguns a esperam dormindo, porém alguns acordam e caminham à noite para alcançá-la. Eu digo que os Zapatistas somos os viciados em insônia que desesperam a história.Luta: O Velho Antonio dizia que a luta é como um círculo. Pode começar em qualquer ponto, mas nunca termina.História: A história não é mais que garatujas escritas por homens e mulheres no solo do tempo. O poder escreve sua garatuja, a elogia como escrita sublime e a adora como se fosse a única verdade. O medíocre limita-se a ler as garatujas. O lutador passa o tempo todo preenchendo páginas. Os excluídos não sabem escrever... ainda.Aceite, senhora, estas três flores. As outras quatro chegarão logo... se é que chegam. Tudo bem. Saúde e lembre-se que a sabedoria consiste na arte de descobrir, atrás da dor, a esperança.Das montanhas do sudoeste mexicano,

Subcomandante insurgente Marcos.
 
 

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Publicidade Machista


O preço pode dar a seu marido um ataque cardíaco, mas não se preocupe, ele também vem na cor preta.

 
Está ai um anúncio que me deixou intrigado, por causar uma situação irresoluta explorando um estereotipo duplo: o da mulher subjugada, fútil e perdulária, e do homem, néscio o suficiente para custear. Junte isto a uma dose de humor negro (uma expressão que não gosto de usar pois me soa pejorativa a etnia, mas agora não vem ao caso), continuado: o marido pode morrer devido um ataque cardíaco ao receber a conta, mas não há motivo para se preocupar pois o vestido também é vendido na cor preta.
Alem de subordinada, frívola e dissipadora, o anúncio insinua que a mulher é destituída sentimentos e preocupa-se apenas com as aparências: apesar de não ser afetada pela morte do marido, ela não deixará de se vestir de acordo com as circunstâncias.
Sobre este estereótipo feminino, o procedimento dos homens é quase sempre dúbio: encorajam-no, enquanto simultaneamente criticam as mulheres resignadas. As mulheres sempre foram estimuladas a não desprezar as aparências, e dedicarem-se a futilidades deixando assuntos mais sérios para os homens.
Portanto, sem dissociar deste contexto, fica perceptível que o anúncio expressa visualmente conceitos comuns da “nossa” cultura reforçando e tornando-os mais poderosos, o que ao meu ver é completamente censurável.   


Anubis

sábado, 29 de janeiro de 2011

Inocencia efémera






Ele já nasceu sem escolhas, nem teve o direito de decidir si queria nascer ou não, chegou a um mundo na qual ele deveria crescer e si adequar as normas vigentes, fazer parte de uma pátria, amar a pátria , ter um RG, ser mais um numero na lista da estatística.
Ele ainda ingênuo não sabe que sua vida não é literalmente sua ao ponto de querer fazer o que quiser com ela, afinal ele ainda é uma criança inocente, desconhece os planos demoníacos que estão reservados para ele.
É iludido, condicionado, usado, manipulado, sua vida não passa de um personagem preso a um roteiro com suas limitações e cenas programadas, logo chegará à escola la irar firmar toda essa condição de ser cidadão, de que tem de estudar, fazer vestibular, concurso publico, ter uma vocação, vender seu tempo por um papel que escraviza, obedecer a pessoas inúteis e repugnantes que um dia também foi apenas criança inocente, mas que agora já foi contaminada pelo cineasta. 

  Gean 

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Mudo


Atendendo a necessidades pré-definidas
Dentro e fora da sua mente há uma guerra
Fome, miséria, opressão, o caos total
O homem necessita disso
Mas, gentilmente a gente mente
Em frente, persistentemente fingimos insistir em seguir
Depressão, medo, conflitos, angustia, assassinatos...
Um estado orgiastico mais que atraente
Saboreamos a destruição que está em nós
Precariamente calculado e involuntário
È o interesse que a sociedade tem nas perdas e catástrofes
Forjado pela mídia, um quadro triste pintado como tragédias humanas
Induz-nos a aceitar os males do mundo
Nos acostumamos a viver com eles
Somos observadores passivos, assim como deseja o sistema
Depositamos uma fé cega na falsa democracia que nos é imposta
E com orgulho efetuamos nosso ato participativo ocasional e puramente simbólico do “voto”
Você escolhe quem? A marionete da esquerda ou da direita?
Quem você prefere que te foda?
Um militante, uma mulher, um negro ou operário?
Lá em cima, todos se convertem na mesma merda
Mas enquanto não acontecer contigo, pro umbigo há de continuar olhando
E os de olhar panorâmico hão de ser excluído da sociedade
São os considerados loucos
Louco devo ser eu, que apesar de toda “consciência”
Sigo como um jogador que entra em campo já rebaixado
È chegada à hora de delinear meu ódio e insatisfação nos esquemas sociopolíticos e cientifico
Deixar que minha própria falta de voz seja ouvida

    Anubis 





quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Nostalgia









Havia um tempo em que éramos almas unificadas

E que em vez de arrastar-se hesitante contra o peito

O sangue outrora vivo corria nas veias

E perdidos, éramos ditosos e indecentes

Entre idéias incertas e devaneios conexos,

Divagávamos nossos devassos desejos

Como se nossas almas vociferassem por exatidões

Que nos induzissem a ajustes ordinários jovens e tresvariados

Mas, intrínsecos deslocamentos nos conduziram ao cessar

Porém, quando ainda há muito na memória

Algo parece fora de lugar

Mas não é desalento, remorso ou saudade

È saber que o ontem não era desprovido de acalento



Anubis

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Teatro da Dor


Queria ser um verme e me alimentar do que está morto

Ingerir minha alma putrefeita em vez das migalhas

Anseio por ódio

Talvez assim teria forças pra seguir em frente

Mas a memória é uma ilha

E nela eu me perdi

E assim nos perdemos

Não mais existo

Existi algum dia?

Essa ausência é corrosiva

A abstinência que segue a frugalidade me seria menos aviltante

Mas o que tem de atraente nessa falta sem sentido?

E que falta é essa que sinto?

Ilusões injetadas através da retina alheia?

Queria que a minha se apagasse

Rogo por minha extinção a cada despertar

A ebriedade é efêmera

Mas abraça-me com redenção

Como varias vezes fizeste

Assim como teu fluido incolor

Afoga em cores meu semblante cinza

Como um hímen dilacerado

Meu apego segue amorfo

E ferindo-me até a alma

A face esclerótica e a mira primitiva

A poma pontiaguda e sem coração

Corta minha alma até a carne

Num corpo hiperativamente sem princípios vitais

Converte-se numa miosote intricada

E faz de mim um títere colérico

Que com horror segue figurante

No teatro de bonecos


 
 
Anubis

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

No face




Uma tirada de cara
Só pro dia pra começar
E agora sim enxergando cores e o natural
Construindo verbos e saudando a vida
Converso com meu eu e digo que sou legal
Ele concorda e resalta
O infinito tem todas as conexões
Plug-se na estação preto e verde
Converta suas cifras.
E como num cara ou coroa
Tenha chançes
Mas a sorte não existe.
Sua lenda maior é a democracia
Ser sem poder ser
Na sessão dois, paz e tolerância

Jaitan.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Declínio





Transcendendo a matéria antes que a matéria o transcenda e o devolva ao crepúsculo da eterna inexistência noturna, o céu, com um sorriso opaco que entristece rosto, e o toque perfeito que precede o inevitável gozo, é tomado por um misto de fascínio e tensão, causado pela inesperada aparição da lua, que com seu intrínseco sorriso repleto da mais pura e inocente perversão ilumina a face neblinada celestial
Transmutada numa verdade, se apresenta em carne viva, relembrando ao céu o quanto ela é querida.
O olhar celeste perdido na retina lunar, abraçando por segundos infinitos a melhor parte de si, que já não faz tanta parte assim, o que faz parte do céu repartir e partir, despedindo-se dum sentido consistente entre tantos sentidos vãos.
Assim regressa ao infinito com a ausência como companhia e a nostalgia como condução, torcendo para que um novo eclipse não venha a durar como o verão.
               
         Anubis .














quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Mova-se !



Escorrendo como o rio, fluindo nas veias todo espírito eufórico que anseia pelo revigoramento da alma , ou apenas do ser , sem alma , apenas sendo isso que si define matéria,ultrapassando o tédio, a rotina massacrante de fazer o que num si quer, de ir aonde não si convém , de falar com quem nao si tem nada a dizer, apenas asneiras e frases mecânicas, ola tudo ben ? Bom dia ! Obrigado ! Ate amanha ! como tudo isso eh insensato, É fácil ir adiante e esquecer que a coisa toda tá errada ta tudo fora da idéia da justica, promessas de um mundo justo , idéia de paraíso , tudo isso me parece utopia , apenas demagogia divina ! Deus realmente é uma viajem. fantasia surreal que pode nos levar daqui ou a nenhum lugar . Mova-se! A natureza nos acolhe na sua mais sublime forma.

        Gean .